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IDENTIDADE STAR WARS

Por mais que se negue, no fundo todo mundo tem um lado geek. E o meu é fã de Star Wars – mas de um jeito bem normal, nada de fantasias de Jedi ou coisas do tipo. Bom, como fã, é natural que obras inspiradas na saga me empolguem, ainda mais se forem tão bem elaboradas quanto essas. As composições criativas que você vê aí embaixo integram a exposição ‘Star Wars Identitites Exhibition’, que será inaugurada no meio de Abril em Montreal, no Canadá. Bacana né? Leia mais no site oficial. E o vídeo é ainda mais legal, não deixe de ver.

Fotos via Abduzeedo

OS PÔSTERES DE TOM WHALEN

Com sua tablet em mãos, o designer e ilustrador Tom Whalen cria pôsteres coloridos de seus filmes preferidos, da saga Star Wars a clássicos da Disney. Segundo ele, seu estilo é uma grande mistura de referências, incluindo a arte construtivista russa, o designer Saul Bass, anos colecionando comic books e uma certa obsessão por filmes japoneses com monstros gigantes. O uso de vetores e cores contrastantes são marcas de seus trabalhos, confira alguns deles aqui.

Heróis e Filmes por Danny Haas

Não consegui encontrar muitas informações sobre o designer Danny Haas, mas não podia deixar de publicar seus trabalhos. Com influências retrô e também minimalistas, ele criou duas séries de pôsteres bem bacanas, uma inspirada em super-heróis e outra no clássico Star Wars. O interessante é que cada herói é ilustrado em suas duas faces, de mocinho incógnito e salvador da pátria.

Os incríveis cartazes de papel de Alan Amorim

Depois do sucesso da Sexta Inspirada! Arte com Papel, com certeza vocês vão adorar os cartazes que o jovem Alan Amorim criou para seu trabalho de conclusão em Design Gráfico na PUC do Paraná. O projeto foi batizado de ‘Kino’, que significa ‘Cinema’ em polonês, em homenagem aos cartazistas da Polônia que, durante o comunismo, faziam suas próprias versões dos pôsteres de filmes por não poderem veicular os originais dos EUA.

Cada cartaz possui uma paleta reduzida de cores, mas sempre em tons vibrantes, destacando as imagens principais. Todos foram incrivelmente feitos com colagens de papel cartão e colorplus, fotografados e digitalizados posteriormente. Confiram abaixo trechos extraídos do site oficial com a descrição de alguns dos pôsteres.

Milk | Ainda que o cartaz traga a figura estilizada de Harvey Milk, o que o designer põe em relevo, lançando mão de um mero contraste entre cores, são os dois pilares da vida do protagonista que delineiam o drama de Gus Van Sant: a política e a homossexualidade. A boca rosa dá ênfase à Milk como (porta-)voz da comunidade gay de São Francisco; o botton, largamente usado nas campanhas políticas norte-americanas, traz o símbolo mais reconhecido mundialmente do movimento pelos direitos gays: o triângulo rosa, datado anteriormente à Segunda Grande Guerra (“recordação” da homofobia nazista) e adotado como bandeira a partir dos anos 70, época em que se passa o filme.

Volver | Nessa releitura, o designer reduz a linhas gerais o pôster original de Volver, sem perder a identificação com o referente e a estética kitsh do cineasta. Acrescentando um elemento, a faca ensangüentada na mão de Raimunda — personagem destaque do longa, pela qual Penélope Cruz foi a primeira espanhola a ser indicada ao Oscar de melhor atriz –, acrescenta também uma camada de interesse pelo filme e, além de representar a cena memorável em que ela segura a arma com que sua filha matou o pai, brinca com o trágico em cores alegres, o que Almódovar faz com maestria em suas comédias.

Coraline | O mágico mundo paralelo que Coraline descobre atrás de uma portinha secreta em sua casa é convidativo e aterrorizante para o espectador desde o princípio; no entanto, para a menina, ele passa de um adjetivo a outro. Depois que a pequena receia em pagar o preço para viver para sempre na realidade alternativa que considera perfeita, sua “outra mãe” começa a usar de outros meios para persuadí-la a lhe dar seus olhos (e com eles sua alma) e Coraline começa a notar o que sentíamos que estava errado desde o começo. O designer escolhe representar o medo vivido pela protagonista, de ter os olhos substituídos por botões após cair na teia da “outra mãe”, que Neil Gaiman (autor do livro em que o filme foi baseado) descreve como uma criatura com características de aranha. A imagem do cartaz é o pesadelo de Coraline: a luva preta faz alusão à “mãe aranha” e as cores frias dão a atmosfera onírica e perturbadora da animação de Henry Selick.

Alice in Wonderland | Ainda que leve o título de apenas uma, o filme de Tim Burton mescla elementos das duas principais obras de Lewis Carrol, Alice in Wonderland e Through the Looking Glass, e gira em torno das irmãs Rainha de Copas e Rainha Branca, não de Alice. Desse modo, e tendo em vista a aplaudida caracterização da personagem de Helena Bonham Carter – filmada com uma câmera especial para aparecer com a cabeça gigante nas telas e cuja atuação no longa é marcante –, o designer customiza o vestido da Rainha de Copas, personagem do primeiro livro de Carrol, e a representa como uma peça do jogo de xadrez vivo em que Alice embarca no segundo livro do escritor. E, é claro, a estética fantástica do diretor não é deixada de lado na concepção do cartaz.

São 30 cartazes ao todo, um mais legal que o outro. Vale a pena checar o restante no site!

Projeto Silver Screen Society

Idealizado pelos americanos Adam Hanson, Brandon Schaefer e Trevor Basset, o projeto Silver Screen Society une designers e amigos com o objetivo de homenagear grandes enredos do cinema. A cada mês, um filme bacana é eleito para ganhar suas versões de pôsteres, cada um em um estilo e com uma visão diferente.

Em Maio, o escolhido foi o longa ‘O Brother, Where Art Thou?’, ou ‘E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?’, uma produção de 2000 que conta a história de 3 prisioneiros que escapam de uma prisão no Mississipi. Confira no site os cartazes dos homenageados dos últimos meses.

Série de Pôsteres Movie Parts

Pôsteres minimalistas de filmes cult têm sido tema freqüente aqui no blog – e por toda a internet. Inspirada por essa tendência atual, a canadense Emma Butler resolveu fazer sua própria versão de cartazes de grandes produções que marcaram a história do cinema.

Indo numa direção contrária aos tais pôsteres, que normalmente selecionam elementos chave para resumir os filmes em apenas uma imagem, Emma escolheu vários itens memoráveis dos longas e expôs todos juntos, numa espécie de desconstrução dos momentos mais marcantes de cada história.

O que é tristeza pra você?

Ok. Não é exatamente design. Diríamos que está mais pra lições de vida. Pra começar, vamos às apresentações. Thomás Tristonho é um triste garoto que acredita ter o poder de entristecer tudo o que toca. Thomás é também o protagonista do curta homônimo, produzido pelo Coletivo Centro e pela Vitrine Filmes, ainda sem previsão de estréia.

Os vídeos desse post fazem parte de uma série de mini documentários, criados para promover o curta. O tema dos vídeos é a pergunta: “O que é tristeza pra você?”. O resultado? Declarações inspiradoras! Vale muito a pena ver, principalmente se você ainda não descobriu se escolheu a profissão ideal ou não.

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